sábado, 17 de dezembro de 2011

O Carinho dos sentimentos expressos

-Não sei por que você me ama!

Devo dizer que perdi a conta de quantas vezes ouvi essa frase. E fico em meus pensamentos tentando entender se pertenço a uma raça superior por realmente conseguir amar pessoas que “teoricamente” não mereciam meu amor. E alguém merece?! Asseguro, hoje, sem medo: o amor que eu expresso não vem de mim. Não resistiria. Não seria tão altruísta, abnegado e puro. É um amor que eu recebo e, por transferência, sem o mínimo esforço, mas algumas vezes mais intensamente, por escolha, passo adiante. Isso explica a naturalidade com que meus sentimentos, e escolhas, se apresentam, derramam, exalam. Está decretado: eu amo! Amo bem simples porque é assim o amor que recebo. É isso que o amor é para mim. Simplicidade. Tranqüilidade. Paz. Nada. Ninguém, nem situação alguma podem tirar a simplicidade do amor, a não ser que permita. E não permita!!! Por mais novo que possa ser o carinho destilado pelos sentimentos verdadeiros expressos. Amor é deliciosamente puro e natural. Amor não pede nada. Não espera reciprocidade, embora possa desejar. Ele é lindo, ainda que sozinho. Porque ele é completo. Não precisa de uma cara metade, não precisa de outro para completá-lo. Amor é inteiro. E o amor que sinto, independe de pessoa, distância, ações, escolhas ou tempo. E só eu sei por quê.

3 comentários:

  1. Olha pra Dudu! Arrasou! Amo muito... isso!
    Que bom que finalmente(?) entendeu!
    Beijos

    ResponderExcluir
  2. Este rapaz fala de amor com muita propriedade.

    Me ensina...

    ResponderExcluir